quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

No último volume



Boa noite pessoas queridas!



Vamos ser francos e diretos: quem aqui não tem aquela(s) música(s) que te transporta pra tão longe que fica até difícil voltar ao nosso pacato mundinho?
Eu não sei vocês... Mas eu sofro de “Tesão Auditivo”!
Deixe-me explicar isso, pessoa cheia de pudores (antes que você abandone o blog pensando que aqui tem conteúdo impróprio):

Tesão auditivo é quando uma melodia te excita - não sexualmente (mas também pode ocorrer). É quando a música literalmente percorre por todo o seu corpo e você simplesmente não consegue não se entregar a ela! Quando você a escuta e a única reação (inconsciente) que você tem é fechar os olhos e deixá-la entrar, mexer e remexer com seus sentidos, e enquanto ela perdura, você pode até voar... E essa sensação é tão extrema que seu corpo responde com arrepios e movimentos involuntários (como por exemplo tocar instrumentos imaginários, dançar - timidamente ou não - ou simplesmente se balançar como se fosse a fumaça de um incenso que responde as vibrações do som...

É mais ou menos assim que me sinto com algumas músicas! E a prova do poder que ela tem é que dependendo da melodia e do ritmo podemos nos acalmar ou, opostamente, intensificar a ira. A música cria o clima perfeito para o amor, para o “sensual”, para aquela tarde de verão ou os dias chuvosos, faz lembrar, ajuda a esquecer...

Então, meus queridos, entreguem-se a música! Vibre com ela! Deixe-a criar a trilha sonora da sua vida... Porque uma vida sem música é uma vida que não vale a pena ser vivida!

Vou deixá-los com a música que inspirou e embalou o post de hoje “Depeche Mode - Dream On”


Um grande abraço e até a próxima!


By Winna

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Voar Voar - Filosofando na ponte aérea...



Hi pessoas queridas!

\o/ Este é o primeiro post de 2013! \o/

Esta postagem foi redigida diretamente do céu! Nas alturas, mais exatamente na ponte aérea Guarulhos x Florianópolis!

… Eu simplesmente AMO voar! Foi um caso de amor a primeira vista! Não sei descrever para vocês a sensação que é estar acima daquele mar de nuvens... E ver toda aquela correria do mundo lá embaixo reduzida ao tamanhos das maquetes dos nossos trabalhos das feiras de ciências...
Tudo tão pequeno, tão insignificante, tão... perfeito!

Agora, você pode estar se perguntando: Não tens medo não?

CLARO NÉ! Quem não tem? (e eu não acredito que ninguém tenha, nem adianta insistir e dar uma de machão, ok?). Eu me refiro a um medo natural que temos, graças as aulas de probabilidade e a TV, aos livros, as séries (Hellooooooooo? Lost bem! A série mais confusa e que mais criou “aviãofobia” que eu conheça!), livros e, não poderíamos nos esquecer, do nosso próprio instinto de sobrevivência, que fica apitando loucamente, nos relembrando que peixe nada, passarinho voa e seres humanos fazem os dois porque são metidos a besta!).

Mas o medo não é ruim, desde que ele não vença a razão, e, no meu caso, ele não ganha nem da minha criança interior, que sempre pensa “por que não posso por a mão pra fora pra pegar um pedacinho daquelas nuvens branquinhas e desenhadinhas?”.

Voar é sempre bom! Até pelas ocasiões (que no meu caso são sempre as férias ou algo parecido ^^). Rever a família, os amigos, conhecer novas pessoas, lugares, costumes... É novidade pra todo lado!
E sempre tem aquela pessoa legal que senta ao lado no avião, as vezes temerosa, as vezes só nervosa, que nos abre um pedacinho do livro da sua vida e nos conta histórias, contos e causos...

Quem aí ainda não voou, eu recomendo! A próxima meta é saltar de asa delta, balão, até paraquedas (mas não do avião comercial! Hahaha!).

Definitivamente, fui agraciada não com raízes, mas sim com asas!

Desejo a todos vocês um ótimo ano de 2013!
Bjos e Qjos!

By Winna

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Reflexão sobre o falhar: "Errar é humano"




Boa noite pessoas queridas!


Como eu prometi, dois posts em um dia!

Este post na verdade foi uma publicação minha no face que gerou alguns bons (drinks) papos subsequentes.


Me interessei em postá-lo aqui não porque eu me sinta "a mais nova filosofa do pedaço", mas sim porque acho coerente o assunto, ainda mais com o fim do ano tão próximo (e quem sabe o fim do mundo também), e nesta época algumas pessoas começam a por "o ano na balança" e, por muitas vezes, deixam de dar o devido valor a si mesmas e seu feitos, diminuindo-os ao máximo, num ciclo de cobranças que mais atrapalha do que ajuda.

Começou mais ou menos assim: conversas vão e voltam, e nesse meio tempo surgiu o assunto "cobranças pessoais". Ao desenvolver do assunto, veio aquela questão: Ninguém é perfeito - mas a gente sempre busca a perfeição! Nos punimos severamente (dependendo da pessoa em questão) por um erro ou falha cometidos... E foi deste ponto que eu escreve o texto que vem a seguir:



Me responde aí: e quem é que nunca falhou? Quem que você conheça é infalível, perfeito, dono das verdades e da razão? (Não vale dizer: "EU"!!)

Enfim... acho que a resposta mais lógica (correta seria muita presunção minha) é esta: Ninguém!

Nós falhamos com nossos pais, assim como eles falharam com os deles em algum momento. O mesmo se dará com nossos filhos, e eles também falharão em algum momento. Amigos, amores, profissões... principalmente com nós mesmos nós iremos falhar. Na verdade, costumamos falhar muito mais com conosco do que com os outros, porque a dor do outro é muito mais insuportável que a nossa... 

Pouco nessa vida se aprende só acertando ^^ São nossas falhas e nossa capacidade de admiti-las que nos lapida o caráter. Quem nunca falhou numa relação, seja ela qual for, jamais dará lhe o devido valor (é claro que existem exceções...).

Este argumento é tão cabível com uma "verdade" (e não "A verdade"), que os mais velhos sempre nos aconselharam a "Aprender com os erros dos outros...". Perceba que, mais uma vez, o erro é aquele professor carrasco, carrancudo e que ninguém gosta, mas também é aquele cujo conhecimento foi melhor assimilado.

O erro (ou o falhar) é um aprendizado mais duro, por vezes penoso, mas também é mais profundo e duradouro.

É claro que nem só de erros se vive a vida. Erros são atos falhos, por descuido, desatenção ou mesmo egoísmo, raiva, tristeza, medo, ódio... amor! Praticamente qualquer sentimento pode nos embaçar a razão e nos propiciar ao erro, cabe a cada um evitar tropeçar na mesma pedra por mais de uma vez!

Falhas nos ajudam a crescer quando são assumidas, quando geram aquela necessidade de serem reparadas, mas não a qualquer custo. Alguns erros são caros demais para serem pagos, estes são aqueles cuja gravidade é proporcional a vigilância que devemos manter sobre nós mesmos para evitá-los. Contudo, erros mais brandos, sanáveis, devem sim ser corrigidos ou, ao menos, reparados dentro das limitações em torno deles. É o que define a tão esperada "responsabilidade". Responsabilizar-se, tomar para si aquilo que lhe cabe.

Enfim, o termo "Errar é humano" sempre me pareceu errado (irônico, não?). Acho que a frase que melhor caberia seria algo como: "Errar é natural de tudo que é vivo, porém, cabe aos seres com consciência o reparo de seus erros".

Mas aí o ditado não funciona né?

=)

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Bom, era isso que eu queria passar a diante!

O fim de ano está aí! Vamos sim tentar melhorar, tentar arrumar as coisas, mas acima de tudo, nada de querer passar por cima de si mesmo para agradar o coleguinha, e nem passar por cima dos outros para se agradar!

Entendido?

=***

By Winna A.

Aqueles que me acompanham na jornada...

Wikipédia sobre a Lady Vinna (WInna)

A lei divina é eterna, imutável, perfeita, igual para todos, inscrita na consciência dos homens e revelada em todos os tempos (de acordo com a capacidade e compreensão dos homens).

Winna: "- Com tantos elogios eu fico até sem graça!"

"Os animais dividem conosco o privilégio de terem uma alma". - Pitágoras

"Os animais dividem conosco o privilégio de terem uma alma". - Pitágoras