quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Salada ou bife? Eis a questão!


Olá meus caros amigos leitores! Anônimos ou não!
 
O assunto sugerido de hoje foi: Violência contra animais x Vegetarianismo.

Pensei muito sobre esse assunto por todo o dia, mas antes de começar de fato a postagem (essa é pra você Dimo!), quero deixar alguns pontos bem claros:

1 – não sou vegetariana, mas fui por pouco mais de três anos, e eu seguia a dieta “ovolacta”, ou seja, não comia nada de origem animal, a não ser ovos, leites e derivados deste (mel eu não como de jeito nenhum!).

2 – atualmente não tenho nenhum companheiro animal, contudo, já tive muitos. Eu, minha mãe e minha irmã sempre tivemos o costume de resgatar animais abandonados nas ruas, tratá-los e, se possível, doá-los a lares que pudessem ficar com eles. Já resgatamos centenas de gatos, algumas dezenas de cães, um papagaio, alguns passarinhos, uma tartaruga (mas essa só fugiu da casa do vizinho) e um tatu (sim, um tatu, longa história). Minha mãe já teve de “adotar” alguns cavalos certa vez também, porque o dono não os alimentava (a mamãe égua e os cavalinhos iam todos os dias, pela manhã, para a frente da minha casa e ficavam batendo os cascos até minha mãe aparecer lá com um balde, uma mangueira pra encher o balde e alguma coisa para eles comerem). Resumindo: Adoro animais!

3 – tudo o que eu escrevo aqui parte das MINHAS reflexões sobre o mundo. É claro que outras pessoas influenciaram meus pensamentos – todos nós sofremos isso – e eu não vou ser exceção. CONTUDO, respeito à opinião alheia e espero que a minha também seja respeita, ok?

Vamos ao que interessa?

Olá.
Eu AMO animais... Menos lacraias e besouros... Desde que eles fiquem bem longe de mim, ok.
Mas voltando ao ponto: Amo animais, mas como carne.
Sim, é isso mesmo que você leu, eu como carne.
Se eu comeria meu gato? Um cachorro? Claro que não!
Hipocrisia? Não sei... Acha mesmo?

Veja bem: Um vegano que coma só a batata frita em um Buffet ou fast food da vida também é, compreende? Hipócritas também são, em sua maioria, as pessoas que esbravejam contra a corrupção, mas declaram os impostos de forma fraudulenta, ou tentam sempre arrumar um “jeitinho” pra se safar de alguma lei, alguma norma.

Agora, comer carne não é hipocrisia pra mim, é da minha natureza. Caso não fosse, não comeria.

É claro que eu já li um sem número de reportagens sobre pesquisas científicas que comprovaram que o homem não deveria comer carne. Esses mesmos cientistas já baniram e voltaram com o ovo no meu cardápio alguma centenas vezes, e nem por isso eu deixei de comer ovo! Se ovo fosse tão vilão, pobre morria cedo. Isso quando a gente possui a sorte de ter um ovo pra comer... Tem gente que vive a base de palma cozida e não morre (rápido), então não me venha com as tais pesquisas científicas.
 
Gente, estou falando de equilíbrio. De agir conforme a natureza. É da natureza humana comer carne. E eu sei que nem tudo na natureza humana é certo. Na verdade, pouca coisa é, mas quando se trata de alimentação... Bem... Eu acredito que isso seja natural, mas de forma alguma “não comer carne” é algo anormal. É questão de opção.

Possuímos a sorte da adaptação nesse quesito. Quase nenhum outro animal a tem. Agora, se você quer saber por que eu acredito que comer carne é algo natural e até correto, posso citar exemplos de outros animais que comem carne. Não estou aqui propagando o especismo, com quem acha que humanos podem fazer o que bem entender por serem humanos – Nada disso! – Falar isso é a mesma coisa que dizer que felinos e caninos são especistas, ou alguns tipos de insetos, peixes e tantos outros animais também são. E um detalhe: muitos animais, quando com fome, comem outros da MESMA espécie. Então, nada de especismo aqui, ok?

Também acho que comemos mais carne do que o necessário. Não só carne – Comemos MUITAS coisas que não nos convém. A alimentação deveria ser algo quase sagrado, mas na correria em que o mundo anda, às vezes só dá tempo pra comer um “dogão” e olhe lá...

Agora... Violência contra animais é algo inaceitável! E eu não sou idiota, então pare de se perguntar como alguém que tem a audácia de comer carne vem aqui te falar sobre violência animal!

Sabe como minha mãe preparava uma galinhada quando eu era criança? Ela criava galinhas, patos, marrecos, gansos e afins. Ela ia ao galinheiro, pegava uma galinha, cortava o pescoço da galinha com um golpe, limpava a galinha, preparava a galinha e praticamente nada dela se perdia. Minha mãe sempre teve respeito pelos animais, humanos ou não. Ela não torturava a galinha. Ela não fazia terror psicológico com a galinha. Na verdade, ela tinha até pena de matar uma galinha, só fazia isso quando considerava necessário. As galinhas lá em casa eram de estimação tanto quanto os cães, gatos e afins, e nós só nunca comemos nenhum deles, provavelmente porque não é da nossa cultura fazê-lo (se isso fosse em alguns países orientais provavelmente meu cachorro teria virado almoço em algum momento).

Vale a pena citar aqui que minha mãe se preocupava com aquelas galinhas. Elas viviam bem, com espaço, soltas, ciscando pra lá e pra cá, protegidas, sempre que alguma ficava doente minha mãe ia ao veterinário e tratava dela. Não só as galinhas. Minha mãe nunca deixou um animal doente desamparado, justamente por isso, até hoje, as pessoas deixam animais na nossa casa. Eles sabem que lá serão bem cuidados.
 
Já perdi a conta de quantas noites minha mãe e eu passamos cuidando de animais cuja recomendação do veterinário era o sacrifício. Quantos filhotes, recém nascidos, de olhos ainda fechados, nós duas alimentamos a base de leite dado em uma seringa, de hora em hora. Já tratamos de animais acidentados e judiados, que foram jogados em rios para morrer afogados, animais que foram envenenados... Enfim... Já cuidamos de animais em estados tão variados, tão judiados, que algumas coisas que vi, nunca esqueci. Alguns resistiram, outros não. Os que vingaram eram sempre uma alegria, os que não, sempre se foram com lágrimas, mesmo que tivessem chegado a menos de um dia.

Eu e minha mãe sempre demos valor a vida. Independente da espécie.

Agora eu quero te perguntar uma coisa: você acha a minha mãe uma má pessoa, só porque ela come carne?

Atualmente estou procurando uma forma de não comer carne provinda de abatedouros. Eu gosto de carne, mas não gosto de sofrimento. E meus queridos, eu sei que eu posso viver sem carne, mas sério, você acha mesmo que a solução é transformar todo carnívoro em herbívoro? Acha isso natural? Acha que o mundo seria um lugar melhor e próspero? Tudo tem um equilíbrio, nós estamos sofrendo de diversas formas porque não respeitamos esse equilíbrio – gerar mais peso pro lado errado da balança não é solução!

A meu ver, a crueldade no tratamento de um animal é algo indiscutivelmente errado, seja ele criado com a intenção de alimentar alguém ou não. Aqui reside o problema! Só que eu ainda desconheço a solução para tal problemática. Mas ela existe, basta que as pessoas comecem a se preocupar com esse fato.

Nós somos animais. Outros animais nos comeriam se a oportunidade surgisse. Não porque são maus, ou porque não possuem consciência de que “matar é errado”. Eles nos comeriam porque somos de carne, e eles comem carne, e eles tiveram a chance de comer. Simples assim.

Eu não quero virar comida de nenhum animal, isso é fato. Provavelmente, nenhum animal quer virar meu alimento também e eu o compreendo. Independente de raciocínio, ninguém quem morrer e ponto final, mas a natureza não é algo simples e bonito, como nos filmes hollywoodianos. Ela segue um fluir que está muito além da nossa compreensão.

Eu não estou aqui para mudar a opinião de ninguém, simplesmente acredito que nenhum ser vivo merece ser violentado, maltratado, torturado. Nem animais humanos, nem animais não humanos. Venham eles a ser meu alimento ou não.

Nosso alimento deve ser respeitado. Uma vida se foi para dar continuidade a outra. Se você consegue viver bem e feliz sem comer carne, que bom. Se você acha que deve comer carne, procure fazer isso de uma forma mais consciente e sustentável. Se é que isso é possível nos dias de hoje. Mas tente fazer algo para melhorar o quadro atual.

A questão aqui é o respeito pela vida. Isso sim importa. E esse é o recado.

Mas, se você concorda ou descorda, faz um comentário aí que a gente continua o papo, ok?

Abraços!


Winna A.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Qual a sua dor?



D
or não é reflexo da ferida
Não é reação comum a vida
Não resposta de quem foi por vezes agredido
A dor é algo bem mais comum...

Criança nenhuma chora de dor
E sim de anseios embaralhados
Vontades fortes demais
Sonhos perdidos
Brinquedos que já não se tem mais

Quando uma criança realmente chora por dor
Daquelas que a gente não consegue entender
Que justificativa nesta existência não há
Por Deus
Que o mundo não tenha piedade do algoz

...

Dor de amor é aquela mais ingrata
Porque amar é penar
É anular
É bem querer

Dor que começa no peito e se espalha pelo mundo
Dor que parece não ter fim
(Por que meu coração me é sempre arrancado de mim?)

Faz girar a cabeça
Perder-se o chão
Pior ainda é a dor do não:
“Não te amo
Não te quero
Não permito que tenhas paz!”

Quem nunca conheceu a dor do amor
Não amou jamais
Ela é o vilão dos contos de fada
E continuamos esperando pelo final feliz

...

A
amizade é por si só uma dor
Só quem perdeu um amigo sabe o que é
Amigo é a flor da alma
O perfume que a vida fabrica
A alquimia perfeita

Que dor dever ser aquela
De quem nenhum amigo tem
Pois a solidão é dor terrível
Feito punhal de gelo cravado na espinha
Feito borracha que iminentemente
Apaga a alegria da vida
E tudo se faz cinza

A dor de um amigo é a nossa dor
E parece ferro em brasa
Não importa o remédio, ela não passa
Até que o amigo venha a sorrir novamente

...

A
mais terrível dor é a que brota de uma mãe
Mãe sempre chora de dor
Dor de amor, de rancor
Dor de por a vida no mundo
De ser, muitas vezes, só ela o arquiteto e o engenheiro
O Pai, o Filho e o Espírito

Dor de mãe começa no centro da testa
Bem ali, onde o franzido nos causa calafrios
Dor de noites não dormidas
De abraços esquecidos
Da solidão ingrata
De desilusão barata
E a pior de todas as dores
Aquela que nasce com o filho que se foi

Nenhuma mãe deveria chorar
Mas “dor” é o sujeito oculto
Com o qual toda mãe vai lidar
E tudo morre um pouco
Quando o pranto delas inunda o mundo



By Winna A.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Correria



Segunda-feira, diazinho complicado
A pessoas ainda não acreditam que o fim de semana acabou
Que nome mais irônico... Fim de semana
Fim do fim de semana...
E cada um segue com a sua cruz, estrela ou símbolo de sua preferência
É dia de labuta, mas o corpo ainda não aceita

Os carros (e as pessoas) trafegam como formigas que perderam o rumo
No final, somos isso, um grande formigueiro
Ah como eu queria ser uma cigarra...
Por Deus, como queria!
Imagine viver cantando?!
E não morreria de fome como na fábula
Pois hoje em dia, com talento
Ou com um bom empresário
Não se morre de nada, a não ser de “doença de gente famosa”
Mas assim pode, sem problemas
Está até na moda!
Hoje em dia, até a morte vem com etiqueta de grife.

E o bom dia, onde fica?
Quem sabe na terça
Ou na quarta
Boas maneiras, educação?
Hoje não.

E a TV? Que infortúnio...
Pra que ver sofrer?
Pra que ouvir chorar?
E que roubalheira? Sempre teve meu filho... Sempre vai ter.
Ainda tenho que ouvir “Bando de safados! Cretinos!”
Em seguida... “Chama o cara da gato net! A imagem está uma droga!”
“Exemplo? Sempre dei! Nunca roubei!”
‘E filho meu eu educo nem que seja na porrada!”
"E ponha logo na novela! Hoje ela mata alguém!"

Mundo estranho...

O telefone toca, seguido de um grito:
- Não é ninguém, é a telemarketing!
Mais um cartão, convênio, plano de saúde, dívida...
Segunda é sempre assim:
- Não tenho paciência com essa gente!
(Que gente? Gente como a gente? Com sentimentos, problemas e anseios? [...] Não!)

Bendita rotina!
Acordar, trabalhar, comer, dormir, acordar, trabalhar...
Que bela peça de engrenagem! (Enquanto nova, flor da juventude)
Que se faz com ela velha? Troca!
Joga na rua, que seja qualquer uma, até a da amargura
E quando alguém passar por ela, nenhuma utilidade, nenhuma compaixão

Quem mandou não ser forte?

Ser de cane?
Ser de ossos?
Ser de sangue?

E vamos apressar o passo!
Mais rápido! Mais rápido!
Vá depressa Sr. Coelho!
Veja a hora! (Estou atrasado!)
Hoje é segunda, por Deus!
A rainha quer cortar-me a cabeça!


By Winna A.

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Olá meus queridos! Tudo bom com vocês?
Espero que sim!

Vejam bem, ando inspirada, mas isso não é tão bom assim, por incrível que pareça. Um dia eu explico...
Este mês postarei algumas coisas que escrevo, mas não confiem na minha prepotência, não sou poeta, não tenho tal pretensão... Apenas gosto de por no papel (ou no computador, como atualmente) o que sinto.
Espero que gostem! É de coração.
Não poderia ser de outra forma.

"Escrevo para os anônimos, são meu melhor público! Nunca voltam pra reclamar..."

Bjos! Qjos e algum chocolate perdido por aí!

Winna A.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Um pouco de verso...



Cinza

Abro os olhos
É fim de tarde
Tenho sete anos
Tenho uma moeda nas mãos
Tenho uma bicicleta
Tenho os pés no chão
E nenhum chinelo neles.

É fim de tarde
Estou perto de casa
Vejo o chão de terra batida
As calçadas gramadas
Nenhum asfalto
Só a pavimentação comum à natureza.

É fim de tarde
Ouço a voz da minha mãe a me chamar
Isso me faz sorrir
Então ouço a voz do meu pai a m chamar
E isso me faz chorar de felicidade
Corro pra casa

Um som toma conta do mundo
E eu avisto a minha rua
Aquela paisagem cinza em meio ao céu avermelhado
Ainda estou correndo

O som fica mais alto
Meus ouvidos doem
Vejo a minha casa
Estou correndo, mas o mundo parece imóvel

Aquele som tornou-se ensurdecedor
Ponho as mãos nos ouvidos
Em vão
Vejo o portão de casa
Aquele maldito barulho parece me arrancar a carne e os ossos
Abro os olhos.

Estou na minha cama
Estou muito longe de casa
Tenho vinte e sete anos
Desligo o maldito celular que estava tocando
A claridade é demais pra mim
Ainda tenho aquela moeda...

Em cima da cama
Livros, sapos de pelúcia, almofadas, meu computador, meu celular, uma manta
E eu
Não sei onde começa ou termina quaisquer dessas coisas
A claridade do quarto ainda é demais pra mim...

Penso que tenho que me levantar
O sacrifício é tamanho que pareço me parir sozinha da cama
Meus pés encostam no chão
Nenhum chinelo neles
Me lembro do sonho
Esboço um sorriso
E só.

Vou cambaleando até o chuveiro
Penso em que roupa usar
Que perfume
Em pentear os cabelos emaranhados como de costume
Penso que levantei, mas algo continuou na cama
Tenho que acordar.

O chuveiro é aberto
Cada gota que me toca a pele é como uma agulha
Mesmo a água estando assim tão quente
Em seguida, meu corpo todo relaxa
Meus músculos parecem desgrudar de mim
Minha cabeça ainda roda, mais agora
Os olhos se fecham
E por mais que a descrição seja interessante
A sensação é terrível.

Termino o banho bem rápido
Antes que caia e quebre o pescoço
Conheço a minha sorte...

Arrumo o que tenho que arrumar
Ponho tudo no devido lugar
Pego tudo o que preciso
Sinto o peso da mochila
Está tudo aqui
Só me falta o que perdi de mim
Mas isso eu nunca consegui achar...

Caminho pela rua
Espero meu ônibus
Ao entrar nele, tantos rostos
A maioria deles parece comigo
Todos esses rostos abortados de suas camas
Todos eles pálidos, inertes
Me junto a essa figuração da vida

Percebo cada detalhe da paisagem que passa
Já a vi mil vezes
Hoje ela é cinza, chuvosa
Das mais bonitas, pra mim
E não deixo de notar cada traço de beleza
E não deixo de notar cada traço de tristeza
Ponho os fones de ouvido e invento a trilha sonora dessa manhã.

Ainda me sinto em torpor
Não consigo entender essa tristeza persistente
Talvez seja a chuva fina
Parece que o céu está chorando algo escondido
E só a terra molhada percebe isso

Eu também percebo
E também deixo cair uma lágrima escondida

Ninguém a percebe
Nem o céu
Nem a terra
Ninguém.

E quando chego ao meu destino
Não consigo parar de pensar:
Preciso escrever isso
Preciso lembrar!

E lembro

Lembro que estou longe de casa
Não tenho mais sete anos
Não escuto a voz de minha mãe a algum tempo
Não escuto a voz do meu pai a muito tempo
Mas ainda tenho aquela moeda
E ainda gosto de ter os pés no chão

Esboço um sorriso
E só.


- Karina "Winna" Ashara

domingo, 4 de dezembro de 2011

Vermelho!


Boa noite meus caros!

Tudo bom com vocês?


Então, como eu havia prometido: Layout novo!
Sim sim! Promessa feita é promessa cumprida!

Ai vermelho... Sempre amei as cores preto, roxo, azul, lilás... Mas é o vermelho que encanta!
Cor da vida! Da paixão e da sensualidade! De um bom vinho... das cerejas (*__* que eu amo³!), cor das chamas... Cor do fim de tarde mais lindo que já vi. Cor do céu quando a Lua está enorme e dourada!

Vermelho é a cor do sangue que corre em nossas veias, independente da cor de nossa pele, da nossa etnia, da nossa classe social, independente do nosso sexo ou opção sexual.

Vermelho é a cor daquilo que te chama a atenção! Que te avisa do perigo! Que te mantém distante do que pode te ferir!

Vermelho é a cor do rubi, pedra rara e bela... Tão vermelho é o rosto da ingenuidade, da timidez, da infância... da maçã que pode te adormecer para sempre...

Ah! A maçã! Vermelha deve ter sido a mação que nos jogou no mundo...

Então, por que não amar o vermelho?
Nem mesmo a Chapeuzinho seria a mesma sem o "vermelho"!

Por hoje é isso... apenas a estréia do layout novo do blog (e do desenho do banner, que consegui fazer hoje, já que a inspiração me veio à porta bater!).
Espero que gostem!!
Até nosso próximo post!

Bjos, Qjos e vinhos! (hummm... vinho.... vermelhino *_*)

By Winna A

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Mania de Libra!



Boa noite meus queridos!

Estava pensando no que postar... o que não falta é assunto, mas como agora virou moda falar dos signos no Facebook, resolvi postar aqui a minha opinião pessoal como LIBRIANA!

Com vocês: 


Uma libriana falando sobre librianos!

Nós librianos somos todos uns amores! Somos companheiros pra todos os momento, comunicativos (até demais as vezes), bons no que escolhemos fazer, sem contar que costumamos ser eternos românticos sonhadores... contudo, meus companheiros concordarão comigo: Libriano só se fode!!

Independente do tipo de relacionamento, nosso lado humano pende demais a anulação própria em prol do outro (outra, outros) e acabamos por ser humanos demais com quem merece e, principalmente, com quem não merece!
Parece que nunca aprendemos... Mas não entenda errado – isso nem sempre é ruim! Somos alguns dos poucos que ainda têm esperanças nessa humanidade confusa. A parte ruim é que librianos costumam ter mais esperança depositada nos outros do que em si mesmos!

Librianos são 8 ou 80. Se um libriano te amar, o fará de verdade. Mas se ele for muito magoado... Talvez nunca mais ame. Isso é fato. O coração de um libriano morre com facilidade a cada mágoa, cada traição, cada desapontamento. Librianos não sabem esquecer... Eu sou prova viva disso, então vou te dar um conselho: não desaponte um libriano. Temos tendências vingativas e sabemos ser pacientes...

Librianos são ótimos amigos! Não importa o tamanho da briga: por um amigo encaramos até o Juggernaut!

Librianos de primeiro decanato têm tendências nerds... (também sou prova viva disso). Mas librianos em geral são muito curiosos e adoram novidades, principalmente as tecnológicas – Mas isso não significa que só pensemos nisso! Librianos gostam de contato com a natureza. Podemos não ser sempre atletas e esportistas, mas sabemos apreciar luares, paisagens, um belo por do sol... Somos poetas por natureza!

Librianos costumam ser sistemáticos com alguma coisa – ou com todas! Temos forte tendência à “síndrome de Peter Pan”. Não confunda isso com irresponsabilidade! Librianos são eternas crianças e isso nos mantém vivos!
Librianos trabalham duro quando estão fazendo algo de que gostem. Deixe um libriano entediado e veja o trabalho (e a vida) dele definhar drasticamente! Como eu disse, somos 8 ou 80 – Pulamos de vagabundos para workaholics com incrível facilidade! Isso depende apenas da nossa motivação!
Librianos não são bons em separar vida pessoal (emocional) de todo o resto. Sabemos esconder as tristezas para não permitir que ela contamine as pessoas a nossa volta, mas não pense que isso nos torna super-humanos insensíveis. Agimos como rocha, mas quando desabamos é difícil levantar...

Possuímos grande senso de justiça. Costumamos ser (super)protetores, as vezes as pessoas não gostam muito disso... Mas entenda: queremos abraçar o mundo! Você encontrará muitos librianos engajados com ONGs e qualquer outra entidade que seja protetora de alguma coisa, principalmente animais!
Librianos costumam pecar pela gula... muitos são gordinhos e gordinha (como eu!). Temos uma afeição quase amorosa com a culinária – Se não somos bons cozinheiros, somos bons de garfo pelo menos!

Librianos PRECISAM (e é fato!) encontrar a beleza das coisas ao seu redor. Costumamos tender a uma certa falta de auto-estima, então tentamos tornar o mundo ao nosso redor o mais belo possível. E como sabemos apreciar a beleza das coisas e pessoas. O ditado “quem ama o feio, bonito lhe parece” foi feito ou por um libriano, ou para um! Pouco importa a moda ou as tendências, acreditamos na magnitude interior das pessoas. Mais vale um belo coração do que uma bela bunda!

E falando na beleza... Por favor: somos compreensíveis, mas librianos simplesmente PRECISAM estar entre pessoas com o mesmo nível intelectual, ou, de preferência, maior! Não entenda mal... é que conhecimento nos fascina! Somos devoradores de livros (nem que sejam gibis ou HQs – ler é fundamental!)
 
Outra coisa: nunca, e eu repito: NUNCA, JAMAIS prive um libriano de boa música!
 
Enfim... poderia passar horas escrevendo sobre librianos, mas só sendo um (ou uma) pra entender o que é viver equilibrada na corda bamba 24 horas por dia – e ainda por cima vendada meu bem!! Não é mole essa vida de balança...

Bjos e Qjos!

By Winna

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Estudantes x Sociedade

Boa noite meninos e meninas

Espero que estejam todos bem e sentados, pois o post de hoje é sério, longo e de certa forma, relevante. E sim, é sobre a ocupação da reitoria da USP e sua repercussão.

Normalmente as pessoas reagem assim: "Não é nada contra o maconheiro, coitado! ele é uma vítima..." ou a gente escuta "por que a polícia não vai atrás dos bandidos, ao invés de perseguir um ou outro maconheirinho...?". Então vem a pergunta que não quer calar aqui, entre o meu tico e o meu teco:

POR QUE DIABOS AS PESSOAS ACHAM QUE FUMAR MACONHA NÃO É CRIME?

Quem você acha que vende a maconha? Acha que se compra isso na farmácia popular? No mercadinho da esquina? A maconha, assim como a cocaína, o crack, a heroína e tantas outras drogas são produtos ILEGAIS, desde a compra, venda e até o porte das mesmas! Então, se é ilegal, me diga: por que raios algumas pessoas defendem que “um baseadinho não faz mal a ninguém”? (e todo mundo sabe disso – não me venha com colóquios flácidos para acalentar bovinos).

Continuando com essa linha de pensamento: O problema na USP começou com a revolta de uns porque outros estavam sendo detidos pois foram pegos fumando maconha... correto? Não entendi até agora! Meu bem, isso É crime! Os policiais estavam cumprindo com o papel deles, o que é raro hoje em dia (segundo a voz do povo, a voz de deus).
Agora veja lá - antes que alguém me xingue de qualquer coisa, que fique bem claro: ODEIO violência. Não sou a favor de como algumas “autoridades” tratam a população em geral, principalmente os estudantes. Eu SOU estudante também, e por acaso, de uma universidade pública, onde muitos alunos e funcionários são obrigados a conviver com a insegurança diária da falta de policiamento dentro do campus, pois a PM não pode entrar na universidade e a Polícia Federal (que em tese é quem deveria responder às chamadas) também nem dá as caras... Quanto à segurança do campus, segundo alguns vigilantes: “estamos aqui para proteger o patrimônio da Universidade (e só)”.
Agora, sabe porque a PM não pode entrar no campus? Porque foi “votado” e decidido que seria assim (por só Deus sabe quem... pois eu mesma não sei e nem fui consultada sobre!).
Apesar de não poder provar minha teoria, às vezes creio que isso tem haver (ou não) com os filhinhos de papai que adoram fumar “unzinho” no bosque, ou dos outros filhinhos de papai que aprontam aqui dentro... Enquanto isso, funcionários e alunos são agredidos, assaltados e já houve até boatos sobre estupros... Mais uma vez contemplamos uma minoria representando (inapropriadamente) uma maioria que sofre com tantos abusos.

Será que estudantes universitários são tão desinformados a ponto de não saber que quando você alimenta o crime, o crime se volta contra toda a sociedade, inclusive contra os próprios estudantes? Quem você acha que alimenta o traficante? Independentemente do tipo de droga que se compra, a verba é revertida única e exclusivamente para o fortalecimento do crime organizado. Reclama-se da corrupção, mas paga-se propina. Condena-se o ladrão, mas ele tem comprador certo para o produto do furto. Infelizmente meus caros, não há mérito nenhum em quem reclama de um ilícito por um lado e comete um ilícito por outro!

Teorias filosóficas a parte, sou plenamente a favor das campanhas estudantis em prol dos direitos dos estudantes e da população em geral. Estudantes não são vagabundos nem desocupados – estes são uma parcela bem pequena, tendo em vista os tantos outros que se dedicam aos estudos. Historicamente, alguns movimentos estudantis já mudaram (e muito) a cara deste país! Estudantes sempre estão metidos em protestos, passeatas e afins, só que a população “leiga” entende isso da forma errada – não fazemos isso por gostar de badernas ou balburdias, isso ocorre porque, normalmente, a população estudantil anda mais atualizada quando ao cenário político-social de determinada região, o que por sua vez é, em outras palavras, informação. Nos dias de hoje, mais do que nunca, a informação é difundida em grande velocidade. Os estudantes que você vê nas ruas com a cara pintada e megafone em mãos (e na sua maioria, sem nenhum dinheiro no bolso) são nada mais, nada menos que cidadãos se prostrando em prol de um país melhor, mais justo, igualitário, digno e ético.

Sim meu caros... a imagem distorcida dos estudantes nos dias de hoje é de culpa, na maioria dos casos, da mídia manipulativa, pois não é interessante a eles um povo mas crítico, com opinião formada e atitude. Isso seria muito contraprodutivo.

É necessária muita coragem, confiança e convicção do seu papel na sociedade para enfrentar todo um sistema corrupto e uma população preconceituosa e desinformada. Essa tarefa está longe de ser fácil ou agradável, mas quando a luta é vencida, até vale a pena ser taxada de desocupada, baderneira, vagabunda e por aí vai. O que importa é nossa consciência tranqüila frente a nossa responsabilidade social.
Exceções existem. Filhos de papai revoltados por nada, que gostam de aparecer, também, mas não julguemos toda uma cesta por conta de uma ou outra maçã podre. Gente irresponsável tem em todo lugar, mas não podemos generalizar. O que nos falta é a compreensão: dos governantes, dos representantes, dos dirigentes e da sociedade principalmente.

No fim das contas, comprar, vendar e usar de drogas é crime. Não tem mistério.
Gente desocupada existe, mas não são eles que fazem a diferença. Infelizmente eles acabam chamando mais atenção do que deveriam.
Agora, quanto à violência... Ela é o mal dos dias de hoje e a expressão mais evidente de falta de humanidade de muitos indivíduos.


Se os jovens são o futuro do país e muitos destes jovens são os estudantes que você julga antes de procurar compreender, então que crédito você está dando para o seu futuro?

Vale a pena refletir sobre, não vale?

 
By Winna A.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Desatualizado sim, mas abandonado, Jamé!


Boa noite meu caros leitores! \o/ Ainda estou viva! \o/

Ok... para quem não gostou da notícia a porta de saída do blog é serventia da casa!

Como vocês estão meus queridos e queridas?

Pra variar eu sumi né? Minhas sinceras desculpas... sou uma cigana virtual e por ideologia!
Andei ocupada com a faculdade, com a minha vida, meu trabalho e com meus amigos, afinal, problema de amigo meu é problema meu também!

Não tenho nenhum post bombástico para o dia de hoje, estou aqui mais para dar satisfações sobre o porque do blog estar assim, meio empoeirado. Mas podem relaxar! Tenho ótimas previsões para o fim deste ano, entre elas vamos mudar um pouco a cara disso aqui... trocar os móveis, por umas cortinas, essas coisas. Também quero trazer amigos. Essa coisa de monólogo é meio chata de vez em quando (e isso garantirá uma maior periodicidade nas postagens) - Não é bacaninha?

Então é isso! Nos vemos por aqui.

Ou por aí!

Abraços, bjos e queijos!

By Winna A

domingo, 21 de agosto de 2011

"Rex e Eu" (um conto sobre amizade)


Boa noite pessoas queridas!


Bem... não sei por onde começar, então vou tentar pelo início: Estava aqui assistindo TV quando começou o filme “Marley e Eu”. Resumindo a história, acho que nunca chorei tanto com um filme! Não só pelo apelo emotivo da história, pela beleza que essa passa nessa relação “cão e homem”, entre outras coisas, mas porque eu entendo COMPLETAMENTE o que o filme passou.
Entre os 3 ou 4 anos de idade eu ganhei uma amiguinho canino. Era um cachorro vira-latas lindo, mistura de pastor alemão com fila que mais me lembrava um lavrador, devido ao seu tamanho e gentileza. Ok ok... Ele era um baita bagunceiro, mas foi meu melhor amigo por toda infância, adolescência e parte da juventude.
 
Nunca me esqueci do meu amigo, que eu chamava de Rex. Sim, o nome já é meio que batido, mas eu era pirralha, então me dá um desconto. Ele viveu conosco assim, como um membro da família, um irmão. Adorava bolo, frutas, legumes e principalmente pão molhado no leite! Só deus sabe como ele fazia bagunça para ganhar quaisquer petiscos destes. Infelizmente, depois de uma certa idade ele começou a adoecer e acabou tendo epilepsia canina.
Ele viveu muitos anos ainda, a base de remédios, muitos cuidados e bastante carinho, contudo, veio a catarata, a diabetes e as complicações da epilepsia. Ele já tinha 16 para 17 anos quando a situação ficou realmente difícil, mas ele nunca deixou de ser companheiro, amigo, e na noite em que ele se foi - de forma natural, pois não teríamos coragem de sacrificá-lo – já faziam alguns dias que ele não levantava. Só queria ficar deitado, estava sempre cansado, só levantava a cabeça para comer e o limpava-mos, pois ele não conseguia se levantar para fazer as suas necessidades.
Ainda assim, naquela noite ele simplesmente se levantou. Ele veio andando para perto de mim, já era madrugada e minha mãe já havia percebido o que eu não conseguia e nem queria ver. Ele sentou do meu lado, colocou a cabeça no meu colo e eu fiquei fazendo carinho nele, contente pela aparente melhora. Após algum tempo de brincadeiras e cafunés eu fui para meu quarto dormir. Pela manhã minha mãe me deu a notícia... E não importa o que digam, foi a perda de um ente mais que querido. Um amigo. Um irmão.

Ele foi o maior dos meus ouvintes. O melhor dos companheiros e até mesmo, por mais que vocês estranhem, um ótimo conselheiro. Para meus pais, um filho, em especial para meu pai, que o via como um bom amigo, que se sentava na calçada para ouvir os jogos de futebol no velho radinho de pilha e tomar sorvete.
 
Nunca mais consegui me apegar a um cão assim, talvez porque eu não sei lidar com a perda, mas acho que não quero nunca pensar que ele pode ser substituído (engraçado, mesmo que eu saiba que isso nunca aconteceria, ele foi o cão da minha vida e quero que assim permaneça). Rex era um cão, um animal, mas foi melhor que muitas pessoas que tive o desprazer de conhecer, e uma fala do filme me fez lembrar disso:
 
“Um cão não se importa com carrões, casas grandes ou roupas importadas. Ele não precisa de nada disso. Para ele, basta um graveto. Um cão não se importa se você tem muito ou pouco dinheiro. Se você der o seu coração a ele, ele dará o dele pra você – De quantas pessoas podemos dizer o mesmo?”.
 
Sabe, se um dia as pessoas começarem a prender a ser como nossos amigos não humanos, talvez assim a humanidade entenderia o verdadeiro sentido de “amar ao próximo”. E eu nunca deixei de sentir saudades do meu amigo, mas sei que um dia ainda esbarro com ele por aí, pra correr mais algumas vezes, brincar mais algumas vezes e provar ao mundo que o amor não tem barreiras, nem mesmo entre as espécies. 


Abraços a todos vocês e em especial para esse meu saudoso amigo de quatro patas. 


Bjos Rex, maninha te ama muito.


Winna A.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Tentando "parecer" menos esquerdista...



Bom dia meus queridos e queridas!

E aí?! Como foram as férias? Eu amei as minhas, pena que já foi...

Então - As aulas começaram e o estágio também. As féria no RJ estavam ótimas!
Eu realmente senti uma falta danada de bater perna pela Rua da Alfândega,  na Sr. dos Passo, na Uruguaiana, no Centro de Duque de Caxias e em todos os pólos de venda atacadista (e de produtos cuja procedência é bastante questionável - "made in paraguay"). Claro que eu resolvi esse problema e voltei a Floripa com uma bagagem digna de uma boa muambeira! Sem contar as roupas lindas que se pode comprar nos “Feirões das Malhas” que encontrei em Caxias... Amo muito tudo isso!

Espero que as férias de vocês tenham sido tão boas quanto as minhas! Rever a família, amigos, locais e pessoas que tem grande importância em nossa vida são os melhores antidepressivos que existem!

Ok ok... você deve estar se perguntando onde estão as reclamações, as indignações, os protestos e os pedidos de ajuda para algum animalzinho carente... e eu posso lhes dizer que tudo isso continua aqui comigo! Graças a Deus! Mas não falaremos disso hoje.
Sei que o mundo continua com suas mazelas e a luta tem de ser constante, mas meu bem – Se até o Balboa tinha um intervalinho entre um round e outro, eu, que também sou filha de Deus, mereço uma pausa também, não acham?

Espero MESMO que todos vocês continuem lutando por um mundo melhor! EU também continuo, mas esse mês eu vou tentar uns posts mais leves... Não reclamem! Eu disse que vou tentar, mas duvido que eu consiga!

No mais, como sempre, os posts andam meio “espaçados”... eu sei... mas é o preço que se paga por estar na faculdade, no estágio, estudando pra concurso, cuidando da pele, aprendendo a fazer as unhas sozinha, cuidando do namorado, pondo as séries em dia, programando as mesas... Preciso MUITO de dias com 48 horas!

Bem! Eu voltei! Esse era o recado!

Este fim de semana devo ir a HQCON aqui em Florianópolis! Vou levar a máquina fotográfica, o caderninho e vou anotar e fotografar tudo de legal que eu conseguir ver por lá! Prometo (que se eu for) colocarei uns posts aqui bem legais para os rpgistas e HQuistas (credo...) de plantão! Ok?

Vou-me indo!

Bjos, Qjos e abraços a todos!

E boa volta às aulas!

Winna A.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

"Para desentristecer, leãozinho o meu coração tão só, basta eu encontrar você no caminho..."

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Boa tarde meus queridos.


Não sei como dar notícias tristes. Na verdade, estou até bastante atrasada, mas não me importa transformar algo tão triste em "furo" de notícias.

Ontem tive um dos dias mais cheios desse ano. Justamente por isso só ví a notícia hoje. Caso alguém queira ler na íntegra, clique AQUI.

Nosso querida leão Ariel está com Deus agora. Não que isso torne o fate menos triste, ou que isso seja um consolo imediato aos pais humanos dele. O que nos faz ficar muito, mas muito menos tristes aqui é o fato de saber que ele não sofre mais, e que, seja lá onde estiver, deve ser um lugar maravilhoso, onde ele poderá brincar, correr e pular e nunca mais se preocupar com doenças ou tristezas.

Sempre acreditei que os animais tenham sim um espírito, uma alma, que assim como a nossa tende a evoluir para tentar ajudar os outros. O Ariel era um serzinho tão bondoso que fez isso em vida, e creio que ele continuará cuidando da fampilia dele mesmo agora.

Aos pais humanos do Ariel deixo felicitações por serem verdadeiros "Humanos", por serem tão dotados de compaixão a vida do próximo, independente da espécie desse próximo.

Aos que passaram por aqui e viram o pouco que postei sobre ele, peço desculpas por não atualizar o site tanto quanto gostaria, mas infelizmente tempo á algo complicado hoje em dia... Contudo, sei que todos nós somo pessoas de sorte pelo simples fato de conhecer um pouco a história breve de um "gatão brincalhão" que nos encheu de esperanças.

No mais, vamos lembrar desse mocinho com juba. Não de sua doença, e esperamos que já que a ciência evolui tanto para nós, que ela comece a se voltar mais para os animais também. E eu sempre vou lembrar dele quando eu ouvir "Gosto muito de você leãozinho...", que é uma músiquinha que sempre gostei ^^.

Lambeijos pra você Ariel. Cuida bem dos meus gatinhos e cachorrinhos que devem estar aí com você. Um dia a gente ainda se esbarra. E olhe sempre pelos seus pais, pois o amor que lhe deram conseguiu tocar tantas pessoas que tornou-se uma grande felicidade ter conhecido você, mesmo que por fotos e relatos. Você foi guerreiro gatinho, você é ainda.

Abraços a todos e fiquem todos bem.

"Gosto muito de te ver, leãozinho
Caminhando sob o sol
Gosto muito de você, leãozinho

Para desentristecer, leãozinho
O meu coração tão só
Basta eu encontrar você no caminho

Um filhote de leão raio da manhã;
Arrastando o meu olhar como um ímã...
O meu coração é o sol, pai de toda cor;
Quando ele lhe doura a pele ao léu...

Gosto de te ver ao sol, leãozinho
De te ver entrar no mar
Tua pele, tua luz, tua juba

Gosto de ficar ao sol, leãozinho
De molhar minha juba
De estar perto de você e entrar numa"

- Caetano Veloso

Aqueles que me acompanham na jornada...

Wikipédia sobre a Lady Vinna (WInna)

A lei divina é eterna, imutável, perfeita, igual para todos, inscrita na consciência dos homens e revelada em todos os tempos (de acordo com a capacidade e compreensão dos homens).

Winna: "- Com tantos elogios eu fico até sem graça!"

"Os animais dividem conosco o privilégio de terem uma alma". - Pitágoras

"Os animais dividem conosco o privilégio de terem uma alma". - Pitágoras