quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Salada ou bife? Eis a questão!


Olá meus caros amigos leitores! Anônimos ou não!
 
O assunto sugerido de hoje foi: Violência contra animais x Vegetarianismo.

Pensei muito sobre esse assunto por todo o dia, mas antes de começar de fato a postagem (essa é pra você Dimo!), quero deixar alguns pontos bem claros:

1 – não sou vegetariana, mas fui por pouco mais de três anos, e eu seguia a dieta “ovolacta”, ou seja, não comia nada de origem animal, a não ser ovos, leites e derivados deste (mel eu não como de jeito nenhum!).

2 – atualmente não tenho nenhum companheiro animal, contudo, já tive muitos. Eu, minha mãe e minha irmã sempre tivemos o costume de resgatar animais abandonados nas ruas, tratá-los e, se possível, doá-los a lares que pudessem ficar com eles. Já resgatamos centenas de gatos, algumas dezenas de cães, um papagaio, alguns passarinhos, uma tartaruga (mas essa só fugiu da casa do vizinho) e um tatu (sim, um tatu, longa história). Minha mãe já teve de “adotar” alguns cavalos certa vez também, porque o dono não os alimentava (a mamãe égua e os cavalinhos iam todos os dias, pela manhã, para a frente da minha casa e ficavam batendo os cascos até minha mãe aparecer lá com um balde, uma mangueira pra encher o balde e alguma coisa para eles comerem). Resumindo: Adoro animais!

3 – tudo o que eu escrevo aqui parte das MINHAS reflexões sobre o mundo. É claro que outras pessoas influenciaram meus pensamentos – todos nós sofremos isso – e eu não vou ser exceção. CONTUDO, respeito à opinião alheia e espero que a minha também seja respeita, ok?

Vamos ao que interessa?

Olá.
Eu AMO animais... Menos lacraias e besouros... Desde que eles fiquem bem longe de mim, ok.
Mas voltando ao ponto: Amo animais, mas como carne.
Sim, é isso mesmo que você leu, eu como carne.
Se eu comeria meu gato? Um cachorro? Claro que não!
Hipocrisia? Não sei... Acha mesmo?

Veja bem: Um vegano que coma só a batata frita em um Buffet ou fast food da vida também é, compreende? Hipócritas também são, em sua maioria, as pessoas que esbravejam contra a corrupção, mas declaram os impostos de forma fraudulenta, ou tentam sempre arrumar um “jeitinho” pra se safar de alguma lei, alguma norma.

Agora, comer carne não é hipocrisia pra mim, é da minha natureza. Caso não fosse, não comeria.

É claro que eu já li um sem número de reportagens sobre pesquisas científicas que comprovaram que o homem não deveria comer carne. Esses mesmos cientistas já baniram e voltaram com o ovo no meu cardápio alguma centenas vezes, e nem por isso eu deixei de comer ovo! Se ovo fosse tão vilão, pobre morria cedo. Isso quando a gente possui a sorte de ter um ovo pra comer... Tem gente que vive a base de palma cozida e não morre (rápido), então não me venha com as tais pesquisas científicas.
 
Gente, estou falando de equilíbrio. De agir conforme a natureza. É da natureza humana comer carne. E eu sei que nem tudo na natureza humana é certo. Na verdade, pouca coisa é, mas quando se trata de alimentação... Bem... Eu acredito que isso seja natural, mas de forma alguma “não comer carne” é algo anormal. É questão de opção.

Possuímos a sorte da adaptação nesse quesito. Quase nenhum outro animal a tem. Agora, se você quer saber por que eu acredito que comer carne é algo natural e até correto, posso citar exemplos de outros animais que comem carne. Não estou aqui propagando o especismo, com quem acha que humanos podem fazer o que bem entender por serem humanos – Nada disso! – Falar isso é a mesma coisa que dizer que felinos e caninos são especistas, ou alguns tipos de insetos, peixes e tantos outros animais também são. E um detalhe: muitos animais, quando com fome, comem outros da MESMA espécie. Então, nada de especismo aqui, ok?

Também acho que comemos mais carne do que o necessário. Não só carne – Comemos MUITAS coisas que não nos convém. A alimentação deveria ser algo quase sagrado, mas na correria em que o mundo anda, às vezes só dá tempo pra comer um “dogão” e olhe lá...

Agora... Violência contra animais é algo inaceitável! E eu não sou idiota, então pare de se perguntar como alguém que tem a audácia de comer carne vem aqui te falar sobre violência animal!

Sabe como minha mãe preparava uma galinhada quando eu era criança? Ela criava galinhas, patos, marrecos, gansos e afins. Ela ia ao galinheiro, pegava uma galinha, cortava o pescoço da galinha com um golpe, limpava a galinha, preparava a galinha e praticamente nada dela se perdia. Minha mãe sempre teve respeito pelos animais, humanos ou não. Ela não torturava a galinha. Ela não fazia terror psicológico com a galinha. Na verdade, ela tinha até pena de matar uma galinha, só fazia isso quando considerava necessário. As galinhas lá em casa eram de estimação tanto quanto os cães, gatos e afins, e nós só nunca comemos nenhum deles, provavelmente porque não é da nossa cultura fazê-lo (se isso fosse em alguns países orientais provavelmente meu cachorro teria virado almoço em algum momento).

Vale a pena citar aqui que minha mãe se preocupava com aquelas galinhas. Elas viviam bem, com espaço, soltas, ciscando pra lá e pra cá, protegidas, sempre que alguma ficava doente minha mãe ia ao veterinário e tratava dela. Não só as galinhas. Minha mãe nunca deixou um animal doente desamparado, justamente por isso, até hoje, as pessoas deixam animais na nossa casa. Eles sabem que lá serão bem cuidados.
 
Já perdi a conta de quantas noites minha mãe e eu passamos cuidando de animais cuja recomendação do veterinário era o sacrifício. Quantos filhotes, recém nascidos, de olhos ainda fechados, nós duas alimentamos a base de leite dado em uma seringa, de hora em hora. Já tratamos de animais acidentados e judiados, que foram jogados em rios para morrer afogados, animais que foram envenenados... Enfim... Já cuidamos de animais em estados tão variados, tão judiados, que algumas coisas que vi, nunca esqueci. Alguns resistiram, outros não. Os que vingaram eram sempre uma alegria, os que não, sempre se foram com lágrimas, mesmo que tivessem chegado a menos de um dia.

Eu e minha mãe sempre demos valor a vida. Independente da espécie.

Agora eu quero te perguntar uma coisa: você acha a minha mãe uma má pessoa, só porque ela come carne?

Atualmente estou procurando uma forma de não comer carne provinda de abatedouros. Eu gosto de carne, mas não gosto de sofrimento. E meus queridos, eu sei que eu posso viver sem carne, mas sério, você acha mesmo que a solução é transformar todo carnívoro em herbívoro? Acha isso natural? Acha que o mundo seria um lugar melhor e próspero? Tudo tem um equilíbrio, nós estamos sofrendo de diversas formas porque não respeitamos esse equilíbrio – gerar mais peso pro lado errado da balança não é solução!

A meu ver, a crueldade no tratamento de um animal é algo indiscutivelmente errado, seja ele criado com a intenção de alimentar alguém ou não. Aqui reside o problema! Só que eu ainda desconheço a solução para tal problemática. Mas ela existe, basta que as pessoas comecem a se preocupar com esse fato.

Nós somos animais. Outros animais nos comeriam se a oportunidade surgisse. Não porque são maus, ou porque não possuem consciência de que “matar é errado”. Eles nos comeriam porque somos de carne, e eles comem carne, e eles tiveram a chance de comer. Simples assim.

Eu não quero virar comida de nenhum animal, isso é fato. Provavelmente, nenhum animal quer virar meu alimento também e eu o compreendo. Independente de raciocínio, ninguém quem morrer e ponto final, mas a natureza não é algo simples e bonito, como nos filmes hollywoodianos. Ela segue um fluir que está muito além da nossa compreensão.

Eu não estou aqui para mudar a opinião de ninguém, simplesmente acredito que nenhum ser vivo merece ser violentado, maltratado, torturado. Nem animais humanos, nem animais não humanos. Venham eles a ser meu alimento ou não.

Nosso alimento deve ser respeitado. Uma vida se foi para dar continuidade a outra. Se você consegue viver bem e feliz sem comer carne, que bom. Se você acha que deve comer carne, procure fazer isso de uma forma mais consciente e sustentável. Se é que isso é possível nos dias de hoje. Mas tente fazer algo para melhorar o quadro atual.

A questão aqui é o respeito pela vida. Isso sim importa. E esse é o recado.

Mas, se você concorda ou descorda, faz um comentário aí que a gente continua o papo, ok?

Abraços!


Winna A.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Qual a sua dor?



D
or não é reflexo da ferida
Não é reação comum a vida
Não resposta de quem foi por vezes agredido
A dor é algo bem mais comum...

Criança nenhuma chora de dor
E sim de anseios embaralhados
Vontades fortes demais
Sonhos perdidos
Brinquedos que já não se tem mais

Quando uma criança realmente chora por dor
Daquelas que a gente não consegue entender
Que justificativa nesta existência não há
Por Deus
Que o mundo não tenha piedade do algoz

...

Dor de amor é aquela mais ingrata
Porque amar é penar
É anular
É bem querer

Dor que começa no peito e se espalha pelo mundo
Dor que parece não ter fim
(Por que meu coração me é sempre arrancado de mim?)

Faz girar a cabeça
Perder-se o chão
Pior ainda é a dor do não:
“Não te amo
Não te quero
Não permito que tenhas paz!”

Quem nunca conheceu a dor do amor
Não amou jamais
Ela é o vilão dos contos de fada
E continuamos esperando pelo final feliz

...

A
amizade é por si só uma dor
Só quem perdeu um amigo sabe o que é
Amigo é a flor da alma
O perfume que a vida fabrica
A alquimia perfeita

Que dor dever ser aquela
De quem nenhum amigo tem
Pois a solidão é dor terrível
Feito punhal de gelo cravado na espinha
Feito borracha que iminentemente
Apaga a alegria da vida
E tudo se faz cinza

A dor de um amigo é a nossa dor
E parece ferro em brasa
Não importa o remédio, ela não passa
Até que o amigo venha a sorrir novamente

...

A
mais terrível dor é a que brota de uma mãe
Mãe sempre chora de dor
Dor de amor, de rancor
Dor de por a vida no mundo
De ser, muitas vezes, só ela o arquiteto e o engenheiro
O Pai, o Filho e o Espírito

Dor de mãe começa no centro da testa
Bem ali, onde o franzido nos causa calafrios
Dor de noites não dormidas
De abraços esquecidos
Da solidão ingrata
De desilusão barata
E a pior de todas as dores
Aquela que nasce com o filho que se foi

Nenhuma mãe deveria chorar
Mas “dor” é o sujeito oculto
Com o qual toda mãe vai lidar
E tudo morre um pouco
Quando o pranto delas inunda o mundo



By Winna A.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Correria



Segunda-feira, diazinho complicado
A pessoas ainda não acreditam que o fim de semana acabou
Que nome mais irônico... Fim de semana
Fim do fim de semana...
E cada um segue com a sua cruz, estrela ou símbolo de sua preferência
É dia de labuta, mas o corpo ainda não aceita

Os carros (e as pessoas) trafegam como formigas que perderam o rumo
No final, somos isso, um grande formigueiro
Ah como eu queria ser uma cigarra...
Por Deus, como queria!
Imagine viver cantando?!
E não morreria de fome como na fábula
Pois hoje em dia, com talento
Ou com um bom empresário
Não se morre de nada, a não ser de “doença de gente famosa”
Mas assim pode, sem problemas
Está até na moda!
Hoje em dia, até a morte vem com etiqueta de grife.

E o bom dia, onde fica?
Quem sabe na terça
Ou na quarta
Boas maneiras, educação?
Hoje não.

E a TV? Que infortúnio...
Pra que ver sofrer?
Pra que ouvir chorar?
E que roubalheira? Sempre teve meu filho... Sempre vai ter.
Ainda tenho que ouvir “Bando de safados! Cretinos!”
Em seguida... “Chama o cara da gato net! A imagem está uma droga!”
“Exemplo? Sempre dei! Nunca roubei!”
‘E filho meu eu educo nem que seja na porrada!”
"E ponha logo na novela! Hoje ela mata alguém!"

Mundo estranho...

O telefone toca, seguido de um grito:
- Não é ninguém, é a telemarketing!
Mais um cartão, convênio, plano de saúde, dívida...
Segunda é sempre assim:
- Não tenho paciência com essa gente!
(Que gente? Gente como a gente? Com sentimentos, problemas e anseios? [...] Não!)

Bendita rotina!
Acordar, trabalhar, comer, dormir, acordar, trabalhar...
Que bela peça de engrenagem! (Enquanto nova, flor da juventude)
Que se faz com ela velha? Troca!
Joga na rua, que seja qualquer uma, até a da amargura
E quando alguém passar por ela, nenhuma utilidade, nenhuma compaixão

Quem mandou não ser forte?

Ser de cane?
Ser de ossos?
Ser de sangue?

E vamos apressar o passo!
Mais rápido! Mais rápido!
Vá depressa Sr. Coelho!
Veja a hora! (Estou atrasado!)
Hoje é segunda, por Deus!
A rainha quer cortar-me a cabeça!


By Winna A.

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Olá meus queridos! Tudo bom com vocês?
Espero que sim!

Vejam bem, ando inspirada, mas isso não é tão bom assim, por incrível que pareça. Um dia eu explico...
Este mês postarei algumas coisas que escrevo, mas não confiem na minha prepotência, não sou poeta, não tenho tal pretensão... Apenas gosto de por no papel (ou no computador, como atualmente) o que sinto.
Espero que gostem! É de coração.
Não poderia ser de outra forma.

"Escrevo para os anônimos, são meu melhor público! Nunca voltam pra reclamar..."

Bjos! Qjos e algum chocolate perdido por aí!

Winna A.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Um pouco de verso...



Cinza

Abro os olhos
É fim de tarde
Tenho sete anos
Tenho uma moeda nas mãos
Tenho uma bicicleta
Tenho os pés no chão
E nenhum chinelo neles.

É fim de tarde
Estou perto de casa
Vejo o chão de terra batida
As calçadas gramadas
Nenhum asfalto
Só a pavimentação comum à natureza.

É fim de tarde
Ouço a voz da minha mãe a me chamar
Isso me faz sorrir
Então ouço a voz do meu pai a m chamar
E isso me faz chorar de felicidade
Corro pra casa

Um som toma conta do mundo
E eu avisto a minha rua
Aquela paisagem cinza em meio ao céu avermelhado
Ainda estou correndo

O som fica mais alto
Meus ouvidos doem
Vejo a minha casa
Estou correndo, mas o mundo parece imóvel

Aquele som tornou-se ensurdecedor
Ponho as mãos nos ouvidos
Em vão
Vejo o portão de casa
Aquele maldito barulho parece me arrancar a carne e os ossos
Abro os olhos.

Estou na minha cama
Estou muito longe de casa
Tenho vinte e sete anos
Desligo o maldito celular que estava tocando
A claridade é demais pra mim
Ainda tenho aquela moeda...

Em cima da cama
Livros, sapos de pelúcia, almofadas, meu computador, meu celular, uma manta
E eu
Não sei onde começa ou termina quaisquer dessas coisas
A claridade do quarto ainda é demais pra mim...

Penso que tenho que me levantar
O sacrifício é tamanho que pareço me parir sozinha da cama
Meus pés encostam no chão
Nenhum chinelo neles
Me lembro do sonho
Esboço um sorriso
E só.

Vou cambaleando até o chuveiro
Penso em que roupa usar
Que perfume
Em pentear os cabelos emaranhados como de costume
Penso que levantei, mas algo continuou na cama
Tenho que acordar.

O chuveiro é aberto
Cada gota que me toca a pele é como uma agulha
Mesmo a água estando assim tão quente
Em seguida, meu corpo todo relaxa
Meus músculos parecem desgrudar de mim
Minha cabeça ainda roda, mais agora
Os olhos se fecham
E por mais que a descrição seja interessante
A sensação é terrível.

Termino o banho bem rápido
Antes que caia e quebre o pescoço
Conheço a minha sorte...

Arrumo o que tenho que arrumar
Ponho tudo no devido lugar
Pego tudo o que preciso
Sinto o peso da mochila
Está tudo aqui
Só me falta o que perdi de mim
Mas isso eu nunca consegui achar...

Caminho pela rua
Espero meu ônibus
Ao entrar nele, tantos rostos
A maioria deles parece comigo
Todos esses rostos abortados de suas camas
Todos eles pálidos, inertes
Me junto a essa figuração da vida

Percebo cada detalhe da paisagem que passa
Já a vi mil vezes
Hoje ela é cinza, chuvosa
Das mais bonitas, pra mim
E não deixo de notar cada traço de beleza
E não deixo de notar cada traço de tristeza
Ponho os fones de ouvido e invento a trilha sonora dessa manhã.

Ainda me sinto em torpor
Não consigo entender essa tristeza persistente
Talvez seja a chuva fina
Parece que o céu está chorando algo escondido
E só a terra molhada percebe isso

Eu também percebo
E também deixo cair uma lágrima escondida

Ninguém a percebe
Nem o céu
Nem a terra
Ninguém.

E quando chego ao meu destino
Não consigo parar de pensar:
Preciso escrever isso
Preciso lembrar!

E lembro

Lembro que estou longe de casa
Não tenho mais sete anos
Não escuto a voz de minha mãe a algum tempo
Não escuto a voz do meu pai a muito tempo
Mas ainda tenho aquela moeda
E ainda gosto de ter os pés no chão

Esboço um sorriso
E só.


- Karina "Winna" Ashara

domingo, 4 de dezembro de 2011

Vermelho!


Boa noite meus caros!

Tudo bom com vocês?


Então, como eu havia prometido: Layout novo!
Sim sim! Promessa feita é promessa cumprida!

Ai vermelho... Sempre amei as cores preto, roxo, azul, lilás... Mas é o vermelho que encanta!
Cor da vida! Da paixão e da sensualidade! De um bom vinho... das cerejas (*__* que eu amo³!), cor das chamas... Cor do fim de tarde mais lindo que já vi. Cor do céu quando a Lua está enorme e dourada!

Vermelho é a cor do sangue que corre em nossas veias, independente da cor de nossa pele, da nossa etnia, da nossa classe social, independente do nosso sexo ou opção sexual.

Vermelho é a cor daquilo que te chama a atenção! Que te avisa do perigo! Que te mantém distante do que pode te ferir!

Vermelho é a cor do rubi, pedra rara e bela... Tão vermelho é o rosto da ingenuidade, da timidez, da infância... da maçã que pode te adormecer para sempre...

Ah! A maçã! Vermelha deve ter sido a mação que nos jogou no mundo...

Então, por que não amar o vermelho?
Nem mesmo a Chapeuzinho seria a mesma sem o "vermelho"!

Por hoje é isso... apenas a estréia do layout novo do blog (e do desenho do banner, que consegui fazer hoje, já que a inspiração me veio à porta bater!).
Espero que gostem!!
Até nosso próximo post!

Bjos, Qjos e vinhos! (hummm... vinho.... vermelhino *_*)

By Winna A

Aqueles que me acompanham na jornada...

Wikipédia sobre a Lady Vinna (WInna)

A lei divina é eterna, imutável, perfeita, igual para todos, inscrita na consciência dos homens e revelada em todos os tempos (de acordo com a capacidade e compreensão dos homens).

Winna: "- Com tantos elogios eu fico até sem graça!"

"Os animais dividem conosco o privilégio de terem uma alma". - Pitágoras

"Os animais dividem conosco o privilégio de terem uma alma". - Pitágoras