Boa noite pessoas queridas!
=D
Hoje o “Boa Noite” de tem vários sons, várias vozes... Praticamente uma torcida organizada!
Hoje eu falo por mim e por todas as pessoas que vivem tentando explicar ao mundo que, até o mais alegre e gracioso ser que existe neste mundinho, as vezes – e só as vezes – tem de por pra fora o seu pior lado, o seu não tão pior lado e alguns tantos outros lados de suas moedas.
Poucas vezes as pessoas se tocam que cada individuo possui uma gama de outros seres dentro de si - e eu não me referia a bactérias, microorganismos em geral e nem mesmo a verminoses (ecow!!! =X). Estou me referindo aos nossos “Eus”, e nem adianta negar. Somos tão diferentes em tantas fazes e momentos, com tantas pessoas e situações, que praticamente sofremos de superpopulação interna.
Pelo menos comigo é assim.
Agora: Não vá confundir “ser várias pessoas numa só” com “ser uma pessoas falsa, que tem várias caras...” Se você pensou nisso não chegou nem perto da minha linha de pensamento!
Eu estou tentando lhe explicar a complexidade de se ser você mesmo (na verdade, de EU ser eu mesma).
Entenda assim: Eu sou a Winna. Aquela menina meio desocupada e um pouco crítica demais que escreve um blog, blog esse que não é lá uma Brastemp, mas que serve quase como uma terapia coletiva para mim e alguns leitores.
Também sou a “K” – Menina pentelha, chatinha, debochada e de senso de humor meio ácido (deliciosamente sarcástica, como diria um amigo meu) e que adora reunir os amigos para bater papo e fazer comidinhas para todos.
Também sou a Deidade chefe do Chat do BEJRPG (Vlw chefinho!)...
Também sou a menina que está sempre com um ar meio “sei lá”, ou a garota misteriosa do ônibus, Também sou a colega de sala que sempre tenta confortar os outros, e também sou aquela mulher esquentada que arma o maior barraco que você já viu quando alguém meche com alguém que eu goste.
Resumindo: Se nem eu me conheço direito, por que (raios), meu bom Deus, algumas pessoas tendem a acreditar que eu serei a mesma pessoa de sempre? Tenho meus acessos de raiva, de alegria, de choro, de sensibilidade, de autismo, de preguiça, de manha, de birra, de mãe, de ciumenta, de trabalhadora... Mas nada disso me torna uma anormal (pelo menos não até ser clinicamente comprovado!)
Dentro de mim vivem várias meninas, várias mulheres, algumas crianças e uma ou outra velhinha não tão simpática assim, mas ainda sou eu!
Não deixo de ser eu mesma quando uma ou outra personalidade minha está mais aflorada. Tudo bem, posso estar mais insuportável, mas ainda sou eu (Eu com TPM, mas SOU EU!)
Então, meus caros, sei que algumas pessoas aí se identificaram com tudo o que escrevi (outras esquizofrênicas como eu). ]
Sei que muitas pessoas compreenderam (na maioria mulheres) e sei que outras ficaram horrorizadas (na maioria homens), mas a mensagem que eu tentei passar foi: Nós sempre seremos as mesmas, mas ainda assim, estamos sempre nos atualizando, em eterno estado de metamorfose ambulante! E isso pode ser meio estranho no início (ou meio perigoso, quando se trata de bipolaridade), mas ainda não mudamos na essência!
No meu caso, continuo apaixonada pelo meu sobrinho zibebê da tia, de perturbar a minha mãe e da minha irmã, de encher o saco do meu namoradinho só pra vê-lo fazendo altas caras e bocas, gosto de cozinhar e de escrever, de cantar, de desenhar no paint, de reunir os amigos para comer algo gostoso e jogar RPG, de devorar livros...
É só essa nuvem de coisas explodindo todas juntas na minha cabeça!
Nem sempre é fácil de se lidar com isso!
Desabafo dado, I have to say bye!
Bye!
By Winna A.
=D
Hoje o “Boa Noite” de tem vários sons, várias vozes... Praticamente uma torcida organizada!
Hoje eu falo por mim e por todas as pessoas que vivem tentando explicar ao mundo que, até o mais alegre e gracioso ser que existe neste mundinho, as vezes – e só as vezes – tem de por pra fora o seu pior lado, o seu não tão pior lado e alguns tantos outros lados de suas moedas.
Poucas vezes as pessoas se tocam que cada individuo possui uma gama de outros seres dentro de si - e eu não me referia a bactérias, microorganismos em geral e nem mesmo a verminoses (ecow!!! =X). Estou me referindo aos nossos “Eus”, e nem adianta negar. Somos tão diferentes em tantas fazes e momentos, com tantas pessoas e situações, que praticamente sofremos de superpopulação interna.
Pelo menos comigo é assim.
Agora: Não vá confundir “ser várias pessoas numa só” com “ser uma pessoas falsa, que tem várias caras...” Se você pensou nisso não chegou nem perto da minha linha de pensamento!
Eu estou tentando lhe explicar a complexidade de se ser você mesmo (na verdade, de EU ser eu mesma).
Entenda assim: Eu sou a Winna. Aquela menina meio desocupada e um pouco crítica demais que escreve um blog, blog esse que não é lá uma Brastemp, mas que serve quase como uma terapia coletiva para mim e alguns leitores.
Também sou a “K” – Menina pentelha, chatinha, debochada e de senso de humor meio ácido (deliciosamente sarcástica, como diria um amigo meu) e que adora reunir os amigos para bater papo e fazer comidinhas para todos.
Também sou a Deidade chefe do Chat do BEJRPG (Vlw chefinho!)...
Também sou a menina que está sempre com um ar meio “sei lá”, ou a garota misteriosa do ônibus, Também sou a colega de sala que sempre tenta confortar os outros, e também sou aquela mulher esquentada que arma o maior barraco que você já viu quando alguém meche com alguém que eu goste.
Resumindo: Se nem eu me conheço direito, por que (raios), meu bom Deus, algumas pessoas tendem a acreditar que eu serei a mesma pessoa de sempre? Tenho meus acessos de raiva, de alegria, de choro, de sensibilidade, de autismo, de preguiça, de manha, de birra, de mãe, de ciumenta, de trabalhadora... Mas nada disso me torna uma anormal (pelo menos não até ser clinicamente comprovado!)
Dentro de mim vivem várias meninas, várias mulheres, algumas crianças e uma ou outra velhinha não tão simpática assim, mas ainda sou eu!
Não deixo de ser eu mesma quando uma ou outra personalidade minha está mais aflorada. Tudo bem, posso estar mais insuportável, mas ainda sou eu (Eu com TPM, mas SOU EU!)
Então, meus caros, sei que algumas pessoas aí se identificaram com tudo o que escrevi (outras esquizofrênicas como eu). ]
Sei que muitas pessoas compreenderam (na maioria mulheres) e sei que outras ficaram horrorizadas (na maioria homens), mas a mensagem que eu tentei passar foi: Nós sempre seremos as mesmas, mas ainda assim, estamos sempre nos atualizando, em eterno estado de metamorfose ambulante! E isso pode ser meio estranho no início (ou meio perigoso, quando se trata de bipolaridade), mas ainda não mudamos na essência!
No meu caso, continuo apaixonada pelo meu sobrinho zibebê da tia, de perturbar a minha mãe e da minha irmã, de encher o saco do meu namoradinho só pra vê-lo fazendo altas caras e bocas, gosto de cozinhar e de escrever, de cantar, de desenhar no paint, de reunir os amigos para comer algo gostoso e jogar RPG, de devorar livros...
É só essa nuvem de coisas explodindo todas juntas na minha cabeça!
Nem sempre é fácil de se lidar com isso!
Desabafo dado, I have to say bye!
Bye!
By Winna A.
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